Em busca da bênção perdida

EM BUSCA DA BÊNÇÃO PERDIDA

Ide e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século – Mateus 28.19-20.

INTRODUÇÃO
O Discipulado foi a maior bênção dada por Jesus à igreja, mas a sua prática se perdeu ao longo dos séculos. O Discipulado é a mais viva expressão do amor de Deus na face da Terra, pois é gente cuidando de gente e participando ativamente da formação do caráter do povo de Deus.

Para reconquistar esta bênção temos à nossa frente um grande desafio: Fazer discípulos. “Discípulos não nascem prontos, eles são feitos. Jesus não disse ‘ide e procurai discípulos prontos’. O que Ele disse foi ‘ide e fazei discípulos’”.

Vejamos neste estudo algumas das CONDIÇÕES para se fazer discípulos:


1ª Condição do Discipulado: É PRECISO TER SUBMISSÃO

SUBMISSÃO significa estar disposto a fazer a vontade de outra pessoa, mesmo que esta vontade vá contra os nossos próprios desejos e interesses (no nosso caso, esta “outra pessoa” é Deus).

Jesus foi o primeiro e o maior Discipulador da igreja de todos os tempos. No entanto, em Lucas 2.51, a Bíblia nos diz que Ele era submisso aos seus pais terrenos (José e Maria) e, também, era totalmente submisso à vontade de Deus-Pai. Que grande exemplo de submissão, não é mesmo?

Para podermos resgatar a prática do Discipulado tal como Jesus a ensinou, devemos ser submissos uns aos outros (Efésios 5.21), especialmente ao nosso pai ou mãe espiritual (naquilo que eles nos corrigirem segundo a Palavra de Deus) e, também, totalmente submissos à vontade de Deus.

O Discípulo que procura o seu pai/mãe espiritual regularmente demonstra ter submissão.

QUEM NÃO ESTÁ DEBAIXO DE AUTORIDADE NÃO TEM AUTORIDADE
Leia a história abaixo: O Sargento que queria ser General.


2ª Condição do Discipulado: É PRECISO TER UM CORAÇÃO ENSINÁVEL

Ninguém pode ensinar sem antes aprender. E ninguém consegue aprender se estiver com o coração fechado ou cheio de pecados ou entupido de ensinamentos contrários à vontade de Deus.

Não se pode encher um copo cheio; é preciso, primeiro, esvaziar o copo para depois enchê-lo, por isso, precisamos fazer a oração do Salmo 86.11: “Ensina-me, Senhor, o teu caminho, e andarei na tua verdade; dispõe o meu coração para temer o teu nome”.


CONCLUSÃO

Para recuperar esta bênção, precisamos TER SUBMISSÃO e TER UM CORAÇÃO ENSINÁVEL.




Quebra-gelo sugerido ANTES dessa ministração
1. Quais são os problemas mais comuns em crianças criadas sem pai e mãe?
2. O que você pensa — honestamente — sobre a ideia de SUBMISSÃO?
3. Fale da sua dificuldade de se abrir com outra pessoa para confessar, pedir conselho e oração.

Perguntas para refletir nesta mensagem, logo APÓS a sua ministração:
– Quais são as consequências mais comuns em bebês espirituais criados sem pai ou mãe espiritual?
– E agora, qual é a sua ideia sobre SUBMISSÃO ao seu pai/mãe espiritual e à vontade de Deus?
– Você já procurou o seu pai ou mãe espiritual esta semana? Como foi o seu discipulado?

Apelo: – Alguém quer uma oração para aprender a ser submisso, para conseguir se abrir com seu pai ou mãe espiritual, e/ou para ter um coração aberto, ensinável?




O SARGENTO QUE QUERIA SER GENERAL

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Era uma vez um sargento que gostava muito de dar ordens. Sua alegria era gritar com aqueles jovens o dia inteiro: – Pelotão, sentido! Descansar! Esquerda, volver! Direita, volver! Pelotão, descansar! Pelotão, marchar.

Ele achava incrível como os seus soldados obedeciam cegamente aos seus comandos, e abusava da sua autoridade, fazendo-os caminhar por horas a fio.

A vida militar o agradava bastante, com uma única exceção: Ele detestava obedecer aos seus superiores. Gostava muito de mandar, mas não de obedecer. Se não fosse isso, ele ficaria no exército para sempre.

Várias vezes ele pensou em abandonar a farda, mas não sabia fazer nada na vida. Ser um sargento do exército era a sua única profissão.

Um dia, no entanto, ele teve uma ideia “genial”: resolveu montar o seu próprio quartel. Deu baixa na corporação e voltou para a cidade onde nasceu, pois ali conhecia todo mundo. Criou uma farda um pouco diferente daquela que usava, saiu às ruas e começou a dar ordens para os jovens que estavam na praça: – Pelotão, sentido!

Todos começaram a rir dele. Ele ficou com tanta raiva que ninguém mais o obedecia que começou a agarrar os jovens à força, ameaçando bater neles com seu cacetete.

Até que a polícia veio e o levou para um hospício.

MORAL DA HISTÓRIA
QUEM NÃO ESTÁ DEBAIXO DE AUTORIDADE NÃO TEM AUTORIDADE

Updated: janeiro 19, 2015 — 9:54 pm

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